terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

CONSTRUÍNDO A VIDA


                        
                                  FAZENDO DA VIDA UM PATAMAR PARA A FELICIDADE!



                                          
                                                SER LIVRE, É VIVER A VIDA SORRINDO!



                
                      AMAR O PRÓXIMO, É CONDIÇÃO INDISPENSÁVEL AO SER HUMANO!





SÃO NAS ÁRVORES DA VIDA ONDE MUITOS SE ABRIGAM!



                 
                         NADA É POR ACASO. PARA TUDO NA VIDA HÁ UM PROPÓSITO!



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

ACESSIBILIDADE



A acessibilidae consiste na facilidae de acesso e de uso  de ambientes, produtos e serviços por qualquer pessoas em diferentes contexto.O objetivo da informática educativa é possibilitar o desenvolvimento de ideias educacionais e atuar no desenvolvimento cognitivo do indivíduo.

                                                                                  O decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004

Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

Adaptações Físicas

pulseiras de pesos,capacete com ponteira,estabilizador de punho.

Adaptações de hadwares

holler mouse,switch,taclado adaptado,máscara de teclado.


Softwares Especiais

comunique, software head mouse, dosvox.

PROINFO – MEC



O Ambiente Colaborativo de Aprendizagem, o e-Proinfo  trata-se de um ambiente virtual colaborativo em que é possível estudar, pois o sistema permite administrar e desenvolver  vários tipos de ações, como cursos à distância, complemento a cursos de presença, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e outras formas de apoio à distância e ao processo de ensino-aprendizagem.
No site, qualquer pessoa pode participar das ações oferecidas por diversas entidades conveniadas.
Através do website, o indivíduo pode ter acesso a conteúdos, informações e atividades organizadas por módulos e assuntos, e também pode interagir com coordenadores, instrutores, orientadores, professores, monitores e com outras pessoas participantes.
O mais interessante é que como os recursos disponíveis são acessados por meio da  internet, você não fica limitado a uma sala de aula e pode entrar no sistema a hora que desejar e em qualquer lugar.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

5º SEMINÁRIO - LINUX EDUCACIONAL



Linux Educacional
O Linux é um sistema operacional, ou seja, ele é responsável pela interface homem máquina. Foi desenvolvido inicialmente por um estudante finlandês Linus Trovalds em 1991 baseado no sistema operacional Unix e hoje é mantido por comunidades internacionais de programadores, outros profissionais na área de informática, etc.
Já o Linux Educacional é uma compilação do Linux (distribuição debian) com foco em aplicação a laboratório de informática educacional (LIE) e escolas.
Em sua versão 1.0 traz como interface gráfica o KDE 3.5, além de softwares educacionais vem também com aplicativos de uso geral como a suíte de escritório Br ofice.org 2.0, software para gravação de CD/DVD k3b 3.5.5, o browser Iceweasel 2.0.0.3 entre outros.


                                                                           TUX

4º SEMINÁRIO - DISPOSITIVOS MÓVEIS




Dispositivo Móvel, designado popularmente como handheld (nome inglês), é um computador de bolso  habitualmente equipado com uma pequena tela, e um teclado em miniatura.
Os Dispositivos Móveis mais comuns são: smartphone, pda, celular, console portátil, televisão portátil e outros.

3º SEMINÁRIO JOGOS DIGITAIS



A utilização da informática na educação vem crescendo mais a cada ano que passa, esta utilização tem permitido a criação de várias experiências de aprendizagem entre elas os jogos.
Os jogos fazem parte de nossa vida desde os tempos mais remotos, estando presentes não só na sua infância e, sim em todos os momentos. Os jogos podem ser grandes aliados na educação, pois divertem, motivam, facilitam a aprendizagem e aumentam a retenção do que foi ensinado exercitando as funções mentais e intelectuais do jogador.
O jogo também ajuda a criança a reconhecer as regras, mostrando a elas que os jogos são como a sociedade, onde há regras e leis. O jogo permite que a criança participe de um mundo de faz de conta, enfrentando os desafios e experimentando situações perigosas e proibidas no cotidiano.
Se o jogo ajuda no processo de aprendizagem ele é chamado de jogo educacional, mas ainda há muitas discusões sobre os jogos educacionais, Dempsey; Rasmussem; Luccassen (1996 apud. BOTELHO, 2004, p. 1), definem que os jogos educacionais "se constituem por qualquer atividade de formato instrucional ou de aprendizagem que envolva competição e que seja regulada por regras e restrições."
Podemos dizer que os jogos educativos são as aplicações que possam ser utilizadas com algum objetivo educacional. É importante ressaltar que o jogo educacional precisa ser bem fundamentado e com principios teórico-metodológicos. Por isso é preciso que os professores façam uma análise cuidadosa e criteriosa dos materiais a serem utilizados, tendo em vista o objeto que se quer alcançar.
Para o desenvolvimento de jogos educacionais é preciso pensar um tema a ser proposto, quais os objetivos a serem alcançados e de que forma será organizado este material. Precisa-se também escolher e produzir imagens, além de selecionar mídias a serem utilizadas no projeto. depois de fazer o planejamento, parte-se para o desenvolvimento do jogo. Isto é, professores abriram as portas para ao uso de recursos que extrapolam a visão tradicional e os métodos meramente discursivos no processo ensino-aprendizagem.
Portanto, não devemos esperar que o computador traga uma solução mágica e rápida para a educação, mas certamente, ele poderá ser utilizado pelo professor como um importante instrumento pedagógico, oportunizando que o aluno amplie o seu conhecimento e a sua criatividade, pois afinal criatividade não se ensina, se constrói.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS -2010 UFC







PROJETO APRESENTADO NOS ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS 2010  DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - CAMPUS DO PICI 20,21 E 22 DE OUTUBRO





 III Encontro de Experiências Estudantis
Autora: Cleidiane Barbosa da Silva (estudante do curso de pedagogia-UFC)
Co-autoras: Ana Gláucia Vaz Mendes (estudante do curso de pedagogia-UFC)
 Maria Aureni de Paiva Silva (estudante do curso de pedagogia-UFC)
Orientadora: Iany Bessa


 MEMÓRIA E FORMAÇÃO DE EDUCADORES EM ARTE.

INTRODUÇÃO:
Em 1996 foi aprovada a nova lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB n° 9.394) estabeleceu em seu artigo 26, parágrafo 2°: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. É neste contexto, que destacamos a importância da formação inicial e continua do professor de arte-educação do Ensino Público Municipal, em uma perspectiva que aponta para a qualificação de professores crítico-reflexivo que a própria arte, em suas várias linguagens, figura como eixo articulador de aprendizagem, que vem sendo trabalhada na metodologia triangular proposta por Ana Mae e por arte-educadores.
OBJETIVOS:
O trabalho tem como objetivo principal mostrar a importância da Arte na formação do professor. Bem como, enfatizar o modo de articulação de saberes na prática docente e como aprenderam a trabalhar se constituindo professor de arte.
METODOLOGIA:
A pesquisa realizou-se a partir de estudos teóricos feitos na disciplina de Arte e Educação. Recorremos à pesquisa bibliográfica de acordo com a temática em questão, respaldados no estudo do Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte,  da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n° 9.394, do estudos em BARBOSA, FERRAZ, FUSARI, bem como visita à escola com aplicação de questionário aos professores de Arte sob  orientação da professora orientadora.
RESULTADOS:

Nos dados alcançados na pesquisa verifica-se a carência de projetos que auxiliem a formação teórica e prática de professores de arte. De acordo com os resultados do questionário aplicado, os professores que ministram a disciplina Arte-educação não têm formação especifica em Arte, ocasionando dificuldade de articulação de saberes no ambiente de estudo.
CONSIDERAÇÕES:
É preciso envidar esforços para que a Arte seja concebida no ambiente escolar como área efetiva de conhecimento, assim como de aprendizagem e desenvolvimento do educando, com vistas à estimulação de sua percepção/análise e criação/produção, construída pela autonomia, cooperação e senso crítico, princípios que podem ser aprimorados no contexto escolar, a partir da adoção da arte-educação, numa perspectiva interdisciplinar e com professores capacitados.
REFERÊNCIAS:
BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prática da Educação Artística. São Paulo: Cultrix,1995.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais de Artes (Séries Iniciais do Ensino Fundamental). Brasília, 1998.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de T; FUSARI, Maria Felismina de Resende. A arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1999.2.ed









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