domingo, 18 de dezembro de 2011
O ano de 1989
O ano de 1989 no Brasil: política
No Brasil, o ano de 1989 foi marcado pela primeira eleição presidencial após 29 anos, suscitando a expectativa de um povo que cinco anos antes, na campanha das “Diretas Já”, tinha visto frustrado pelo Congresso o sonho estampado no slogan popular: “Eu quero votar para presidente”. Desde 1960, na eleição que levara Jânio Quadros ao poder, os brasileiros não elegiam o Presidente da República.
A fragmentação partidária ficava evidenciada naquele ano nas 22 candidaturas à presidência. Collor, Lula, Brizola, Covas, Maluf, Ulisses Guimarães, Aureliano Chaves, Afif Domingues, Roberto Freire, Enéas e Fernando Gabeira, foram alguns dos candidatos. A fragilidade dos partidos brasileiros estava comprovada com o resultado pífio de PMDB e PFL, que apesar de representarem as maiores bancadas do Congresso, atingiram menos de 5% do eleitorado cada.
Com a largada na frente do desconhecido Fernando Collor, à época governador de Alagoas, só restava à esquerda brasileira, então dividida entre Lula e Brizola, a disputa pela segunda vaga. O candidato petista ficou em segundo lugar, cerca de 0,5% à frente do pedetista. Lula iniciava ali uma trajetória de cinco candidaturas à presidência, consolidando-se como novo líder da esquerda brasileira, lugar até então ocupado por Brizola, que fora o principal inimigo da ditadura militar.
A conjuntura internacional refletia diretamente no País. A erosão do socialismo no leste europeu contribuiu para o clima de dúvidas e incertezas sobre um possível governo do PT. Durante a campanha do segundo turno o presidente da FIESP Mário Amato, chegou a afirmar que se Lula saísse vitorioso, “centenas de grandes empresários abandonariam o país no dia seguinte”.
A fragmentação partidária ficava evidenciada naquele ano nas 22 candidaturas à presidência. Collor, Lula, Brizola, Covas, Maluf, Ulisses Guimarães, Aureliano Chaves, Afif Domingues, Roberto Freire, Enéas e Fernando Gabeira, foram alguns dos candidatos. A fragilidade dos partidos brasileiros estava comprovada com o resultado pífio de PMDB e PFL, que apesar de representarem as maiores bancadas do Congresso, atingiram menos de 5% do eleitorado cada.
Com a largada na frente do desconhecido Fernando Collor, à época governador de Alagoas, só restava à esquerda brasileira, então dividida entre Lula e Brizola, a disputa pela segunda vaga. O candidato petista ficou em segundo lugar, cerca de 0,5% à frente do pedetista. Lula iniciava ali uma trajetória de cinco candidaturas à presidência, consolidando-se como novo líder da esquerda brasileira, lugar até então ocupado por Brizola, que fora o principal inimigo da ditadura militar.
A conjuntura internacional refletia diretamente no País. A erosão do socialismo no leste europeu contribuiu para o clima de dúvidas e incertezas sobre um possível governo do PT. Durante a campanha do segundo turno o presidente da FIESP Mário Amato, chegou a afirmar que se Lula saísse vitorioso, “centenas de grandes empresários abandonariam o país no dia seguinte”.
Conspiração da Globo que Elegeu Collor em 1989. Falências e Suicidios
A vitória de Fernando Collor foi acompanhada por todos os golpes baixos possíveis. Candidato pelo inexpressivo PRN, Collor chegou ao ponto de vincular em seu horário eleitoral uma ex-namorada de Lula, acusando-o de anos antes ter lhe oferecido dinheiro para que abortasse. Além da acusação de que membros do PT estariam envolvidos no sequestro do empresário Abílio Diniz, a poucos dias da eleição. Esse episódio foi fundamental para disseminar o medo em relação a um possível governo petista.
O pleito de 1989 abriu as portas de uma nova era. Apesar da crise política que resultou no impeachment de Fernando Collor, é inegável o amadurecimento democrático. Vale ressaltar que a grande maioria da população nunca tinha votado para presidente. Meu pai, por exemplo, estava próximo dos 40 anos e ainda não havia exercido esse direito. Nesses vinte anos o eleitorado brasileiro praticamente dobrou. Em 1986 o Brasil contava com 69 milhões de eleitores. Em 2006 esse número aumentou para mais de 125 milhões.
De lá para cá, a participação política passou por um considerável incremento. O cidadão hoje está mais consciente de seus direitos. Apesar da inclusão das massas no processo eleitoral e a conscientização, não observamos movimentos sociais que possam sensibilizar o País. As pessoas não se mobilizam mais, não vão às ruas. Não há mais lideranças que possam encabeçar esses movimentos.
No plano político-partidário é nítida a polarização entre dois grupos ideológicos: um de centro-esquerda e outro de centro-direita, que desde 1994 se revezam e ao que tudo indica continuarão a se revezar no poder. PT e PSDB construíram a partir do desastre de Fernando Collor, as novas elites do poder no Brasil. Além da mudança ideológica que transformou o PT em um partido social-democrata, inusitado, é ver hoje do mesmo lado quatro grandes personagens daquele período: Lula, Collor, Maluf e Sarney, esse último, presidente naquele momento.
Vários pensadores em todas as épocas observaram a importância da história na compreensão do passado, presente e futuro. Maquiavel foi enfático ao afirmar “aquele que estudar cuidadosamente o passado pode prever os acontecimentos que se produzirão e utilizar os mesmos meios empregados pelos antigos”. Ou, ainda completava ele, “se não há mais os remédios que já foram empregados, imaginar outros novos, segundo a semelhança dos acontecimentos”.
Muita coisa mudou após 1989. A queda do muro daria início ao fim da guerra fria dois anos mais tarde, em 1991 e, consequentemente, o final da bipolaridade entre E.U.A e URSS. O mundo unipolar, a era Bush e o terrorismo pós 11 de setembro, criaram um mundo tão ou mais perigoso. No Brasil, os avanços são inegáveis. Mas há muito por fazer. Basta olhar para o Congresso Nacional e perceber que nossos políticos não conseguem aprender nada com a história.
O pleito de 1989 abriu as portas de uma nova era. Apesar da crise política que resultou no impeachment de Fernando Collor, é inegável o amadurecimento democrático. Vale ressaltar que a grande maioria da população nunca tinha votado para presidente. Meu pai, por exemplo, estava próximo dos 40 anos e ainda não havia exercido esse direito. Nesses vinte anos o eleitorado brasileiro praticamente dobrou. Em 1986 o Brasil contava com 69 milhões de eleitores. Em 2006 esse número aumentou para mais de 125 milhões.
De lá para cá, a participação política passou por um considerável incremento. O cidadão hoje está mais consciente de seus direitos. Apesar da inclusão das massas no processo eleitoral e a conscientização, não observamos movimentos sociais que possam sensibilizar o País. As pessoas não se mobilizam mais, não vão às ruas. Não há mais lideranças que possam encabeçar esses movimentos.
No plano político-partidário é nítida a polarização entre dois grupos ideológicos: um de centro-esquerda e outro de centro-direita, que desde 1994 se revezam e ao que tudo indica continuarão a se revezar no poder. PT e PSDB construíram a partir do desastre de Fernando Collor, as novas elites do poder no Brasil. Além da mudança ideológica que transformou o PT em um partido social-democrata, inusitado, é ver hoje do mesmo lado quatro grandes personagens daquele período: Lula, Collor, Maluf e Sarney, esse último, presidente naquele momento.
Vários pensadores em todas as épocas observaram a importância da história na compreensão do passado, presente e futuro. Maquiavel foi enfático ao afirmar “aquele que estudar cuidadosamente o passado pode prever os acontecimentos que se produzirão e utilizar os mesmos meios empregados pelos antigos”. Ou, ainda completava ele, “se não há mais os remédios que já foram empregados, imaginar outros novos, segundo a semelhança dos acontecimentos”.
Muita coisa mudou após 1989. A queda do muro daria início ao fim da guerra fria dois anos mais tarde, em 1991 e, consequentemente, o final da bipolaridade entre E.U.A e URSS. O mundo unipolar, a era Bush e o terrorismo pós 11 de setembro, criaram um mundo tão ou mais perigoso. No Brasil, os avanços são inegáveis. Mas há muito por fazer. Basta olhar para o Congresso Nacional e perceber que nossos políticos não conseguem aprender nada com a história.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Aurenir *;* O que se significa...
Origem do Nome Aurenir
LATIM
Significado de Aurenir
DOURADO.
Significado e origem - Analise da Primeira Letra do Nome: A
Você está sempre pronto a se aventurar, muito cheio de energia, possui uma personalidade ativa e decidida. Não vê graça numa vida sem desafios. E por ser um lider por natureza, atrai as outras pessoas com seu entusiasmo. Mas é importante tomar cuidado e não se tornar uma pessoa teimosa.
Significado do nome Aurenir - Minha marca no mundo!
OUSADIA, ESPÍRITO COMPETITIVO, INDEPENDÊNCIA, FORÇA DE VONTADE, ORIGINALIDADE
Independente e dinâmico são características de um líder, e é desta forma que é visto. É necessário à pessoa desta personalidade agir com tato, diplomacia e paciência, evitando de ser vista como egoísta ou autoritária. Com frequência é procurada para assumir projetos e empreendimentos pois sua autoconfiança e facilidade em enfrentar os obstáculos são qualidades notórias, e as pessoas acreditam na sua eficiencia em tomar conta das situações. É o tipo de pessoa que não se deixa afetar quando existe oposição à suas idéias ou ações. Por agir com equilibrio sempre tem o apoio dos que o seguem e acreditam na sua liderança. Para alcançar a vibração positiva que emana do número 1 é preciso concentrar-se em atingir seu objetivo, coisa que costuma fazer com muita originalidade. Personalidades deste número são rapidamente notados pois conquistam facilmente a todos e costumam ser o centro das atenções.
Aurenir Significado - Numerologia - Expressão 5
COMO O MUNDO ME VÊ?
O número da Expressão revela a missão que tem, o que deve fazer ou ser nesta vida, para que atinja sucesso e alcance suas metas e objetivos. Descreve como você se expressa no mundo. O seu "eu" completo - personalidade, caráter, disposição, identidade, temperamento.Cheio de recursos e com uma mente aberta, tipo de pessoa que se mantem sempre informado. Muito inteligente e capta tudo com facilidade, por isso encontra diversas maneiras e idéias para fazer as coisas. Como aprecia a liberdade de se locomover e ir por onde quer, vive fugindo de responsábilidades ou de situações muito sólidas. Sente necessidade de mudança, e versatilidade de oportunidades, por isso acaba as vezes deixando seus projetos pela metade passando a imagem de pessoa insconstante. Por ser alguem de intresses muito variados tende a estar sempre fazendo várias coisas ao mesmo tempo. Busca ocupações em que não precise ficar isolado, nem fechado em quatro paredes. Profissões apropriadas para esta Expressão são aquelas que o colocam em contato com as pessoas, como detetive, agente do serviço secreto, agente de turismo, ator, inventor, promotor, líder cívico, político, advogado, editor, orador, guia turístico, caminhoneiro, publicitário, crítico de teatro. Atenção para o excesso de bebida, drogas ou sexo e com a permissividade.
Aurenir Significado - Numerologia - Impressões 5
COMO EU VEJO O MUNDO?
Mostra a pessoa como é interiormente. Revela como pensa, sente e age. Seu o desejo íntimo da alma, o seu "eu interior", suas esperanças, sonhos, ideais, motivações. As vezes é possível que percebamos essa manifestação, mas talvez não a expressamos como deveriamos ou mesmo não vivemos de acordo com ela, assim estamos reprimindo os nossos sentimentos e impulsos, o que gostariamos de ser ou fazer, estamos adormecendo nossos objetivos secretos, as ambições, os ideais mais intimos.Precisam liberdade e de independência para trilhar o próprio caminho, os que tem o número 5 na Impressão fazem o que bem entendem. São pessoas de espírito aventureiro e muito versáteis. Se adaptam facilmente a todas as situações, por mais inusitadas e diferentes que elas sejam. São do tipo que adoram variedades, são animadas, cheias de recursos, espertas, imaginativas, curiosas, espirituosas, energéticas e possuem um forte magnetismo. Capazes de reconhecer uma boa oportunidade e geralmente a agarra muito antes que os outros a percebam. Tendem a deixar as coisas por terminar se no meio do processo surgir uma nova idéia para se aventurar. Interessado em atividades públicas chegam a ser ótimos repórteres, escritores, advogados, políticos, metafísicos, animadores ou chegm a receber boas oportunidades nos esportes, propaganda, arte comercial, turismo, moda, promoção, especulação, aconselhamento, pesquisa ou no estudo científico.
Aurenir Significado - Numerologia - Anseios da Alma 9
ANIMA - O QUE MOVE A MIM? A vibração da ANIMA mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam. Deve ser considerado um dos número mais importantes na sua vida. Conhecendo-o poderá entender o planejamento da sua vida. Compreendendo este plano e buscando viver de acordo com seu significado trará mais sentido à sua vida, e a fará mais útil e feliz. Ter consciência dessa vibração ajuda a reconhecer o porquê de suas aversões e gostos. Não desperdiçará um dia sequer de sua vida, e jamais a sentirá inutil ou sedentária na velhice se viver de acordo com as vibrações deste número. 9 - Gosta de ajudar e servir à humanidade. Busca ser conhecido como alguém generoso, capaz de auto-sacrificio, gentil e disposto a doar e ensinar sem pagas ou retribuições. É capaz de dividir o que tem, mesmo que seja pouco, pois tem amor à universalidade. Uma grande virtude é o seu perdão e como percebe as necessidades alheias. Sua casa e seu coração estão sempre abertos para acolher qualquer um que precise desde comida à um ombro amigo.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Projeto Pedagógico e Práticas Curriculares
Alguns aspectos que a LDB, PCN, Diretrizes Nacionais da Educação Infantil e EJA abordam sobre currículo
O currículo, elaborado por uma instituição de ensino, mostra o que vai ser trabalhado com o aluno, como e pra quê, é o que determina os objetivos do ensino. “O currículo é o projeto que determina os objetivos da educação escolar e propõe um plano de ação adequado para a consecução de ditos objetivos. Supõe selecionar, de tudo aquilo que é possível ensinar, o que vai se ensinar num entorno educativo concreto. O currículo especifica o que, como e quando ensinar e o que como e quando avaliar.”
· A Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, inciso I do art.12 diz que a elaboração e execução da proposta pedagógica é uma das incumbências dos docentes.
A execução das propostas curriculares pelos professores atende as perspectivas pelas quais foi elaborado o projeto pedagógico, com o intuito de atingir os objetivos selecionados.
· Segundo o inciso I do art. 13 da Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional 9394/96, participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino são uma das incumbências dos docentes.
È necessária uma articulação entre o que se que produzir e o que já existe de concreto no desenvolvimento da formação do indivíduo. Na prática docente, percebe-se de que maneira pode ser trabalhado o currículo com determinado público, daí a importância da participação na elaboração do projeto.
Na Educação infantil não há um currículo determinado, conteúdo, mas contém práticas para a criança se apropriar a esses costumes.
Resolução CEB nº 1, de 7 de Abril de 1999
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, de conformidade com o disposto no art. 9º § 1º, alínea "c", da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e tendo em vista o Parecer CEB/CNE 22/98, homologado pelo Senhor Ministro da Educação e do Desporto em 22 de março de 1999,
RESOLVE:
Art. 3º - São as seguintes as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil:
I – As propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem respeitar os seguintes Fundamentos Norteadores.
a) Princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum.
b) Princípios políticos dos direitos e deveres de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito a ordem democrática.
c) Princípios estéticos da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais
II - As Instituições de Educação Infantil ao definir suas Propostas Pedagógicas deverão explicitar o reconhecimento da importância da identidade pessoal de alunos, suas famílias, professores e outros profissionais, e a identidade de cada Unidade Educacional, nos vários contextos em que se situem.
· “Incide diretamente na elaboração do projeto educacional e pedagógico da escola, e do currículo a ser a adotado, buscando superar as práticas pedagógicas prescritivas, caracterizada pela descontextualização histórica do conhecimento” dando ênfase à base de desenvolvimento da criança.
III - As Instituições de Educação Infantil devem promover em suas Propostas Pedagógicas, práticas de educação e cuidados, que possibilitem a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
IV - As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil, ao reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviver consigo próprios, com os demais e o próprio ambiente de maneira articulada e gradual, devem buscar a partir de atividades intencionais, em momentos de ações, ora estruturadas, ora espontâneas e livres, a interação entre as diversas áreas de conhecimento e aspectos da vida cidadã, contribuindo assim com o provimento de conteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores.
V - As Propostas Pedagógicas para a Educação Infantil devem organizar suas estratégias de avaliação, através do acompanhamento e dos registros de etapas alcançadas nos cuidados e na educação para crianças de 0 a 6 anos, “sem objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.”
· De acordo com o inciso cinco, esclarece que o método avaliativo das crianças não deve ser pautado na questão de aprovação ou reprovação, mesmo que seja um avanço de série, que deve ser levado em consideração os registros obtidos a partir do desenvolvimento da criança.
VI - As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem ser criadas, coordenadas, supervisionadas e avaliadas por educadores, com, pelo menos, o diploma de Curso de Formação de Professores, mesmo que da equipe de Profissionais participem outros das áreas de Ciências Humanas, Sociais e Exatas, assim como familiares das crianças. Da direção das instituições de Educação Infantil deve participar, necessariamente, um educador com, no mínimo, o Curso de Formação de Professores.
VIII - As Propostas Pedagógicas e os regimentos das Instituições de Educação Infantil devem, em clima de cooperação, proporcionar condições de funcionamento das estratégias educacionais, do uso do espaço físico, do horário e do calendário escolar, que possibilitem a adoção, execução, avaliação e o aperfeiçoamento das diretrizes.
Educação de Jovens e Adultos
Segundo o Parecer nº 11, de 10 de maio de 2000, do Conselho Nacional da Educação, a Educação de Jovens e Adultos possui três funções: reparadora, equalizadora, e qualificadora, estabelece que haja currículo variado, que respeite a diversidade de etnias, de manifestações regionais e da cultura popular, cujo conhecimento seja concebido como construção social fundada na interação entre a teoria e a prática e o processo de ensino e aprendizagem como uma relação de ampliação se saberes. “ A Educação de Jovens e Adultos deve abordar conteúdos básicos, disponibilizando os bens socioculturais acumulados pela humanidade.”
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
AmoR
Ah, esse teu perfume que me deixa
saudade e desperta doce lembrança,
ainda está em minhas mãos...
saudade e desperta doce lembrança,
ainda está em minhas mãos...
Ah, esse teu olhar que minh'alma invade
e me desnuda a ser em louco desejo,
e desperta doce lembrança,
ainda está em meu olhar...
e me desnuda a ser em louco desejo,
e desperta doce lembrança,
ainda está em meu olhar...
Ah, esse teu corpo que se entrega
e se perde na carícia, no beijo,
e que recebe meu corpo quase cego,
e desperta doce lembrança,
ainda sinto ao meu lado...
e se perde na carícia, no beijo,
e que recebe meu corpo quase cego,
e desperta doce lembrança,
ainda sinto ao meu lado...
Ah, esse amor que me consome,
maltrata sufoca e conforta,
é alimento, é vida, sabor de pecado...
faz renascer minh'alma quase morta...
maltrata sufoca e conforta,
é alimento, é vida, sabor de pecado...
faz renascer minh'alma quase morta...
Ah, essa saudade que sinto a
todo instante...
e desperta doce lembrança,
é a certeza de que vivo,
de que amo... e sou amante...
todo instante...
e desperta doce lembrança,
é a certeza de que vivo,
de que amo... e sou amante...
≈ Hoje Começo a Renascer ≈
Hoje direi a mim mesma: quero está de bem com a vida, e em paz comigo mesmsa, com as pessoas que me rodeim, e as que estão distante de mim.
Vou irradiar esperança e amor. Aliviar a dor de todos aqueles que se confiaram em mim. O que de graça me foi dado, de graça será retribuído, não vou me queixar do passado, daquilo que deixei de fazer, e do que não deu ceto. Meu pensamento se eleva, meu viver se intensifica. Caso eu venha a sofrer hoje, algum impasse inpirado, hei de vivê-lo com naturalidade, agir com calma e sabedoria. Que Deus me ajude a ser esta pessoa nova que nasceu para algo mais: ofereço o meu ombro amigo, quero que contem comigo... para chorar, sorrir, viver e sonhar... a partir de hoje começo a renascer!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
/(*;*)\ MEU EU /(*;*)\
"Este mundo material é construído de inumeras imagens projetadas; os pensamentos e desejos de todas as
pessosas formam uma espécie de filme cinematográfico que é projetado na tela do mundo.
Se o filme fosse costituído apenas de pensamentos e desejos meus, não haveria problema para mim, mas,
como se trata de projeção do pensamento da totalidade dos seres humanos, os fatos não ocorrem só de
acordo com o meu desejo!"
A nossa essência ( Eu verdadeiro) está ligada à essência de todas as pessoas, formando um só ser!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Para Além dos Propósitos da Vida
Minha vida, minha história
Só fez sentido quando te conheci
Seus olhos, sua face
me levam além do que pensei
Se as vezes me escondo
em você me acho
nem dá pra disfarçar
preciso dizer você faz muita falta
não há como explicar
foi sem você, que eu pude entender
que não é fácil viver sem te ter
meu coração me diz que não
que eu não consigo viver sem você..
( Rosa de Sarón)
Só fez sentido quando te conheci
Seus olhos, sua face
me levam além do que pensei
Se as vezes me escondo
em você me acho
nem dá pra disfarçar
preciso dizer você faz muita falta
não há como explicar
foi sem você, que eu pude entender
que não é fácil viver sem te ter
meu coração me diz que não
que eu não consigo viver sem você..
( Rosa de Sarón)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
CONSTRUÍNDO A VIDA
FAZENDO DA VIDA UM PATAMAR PARA A FELICIDADE!
SER LIVRE, É VIVER A VIDA SORRINDO!
AMAR O PRÓXIMO, É CONDIÇÃO INDISPENSÁVEL AO SER HUMANO!
SÃO NAS ÁRVORES DA VIDA ONDE MUITOS SE ABRIGAM!
NADA É POR ACASO. PARA TUDO NA VIDA HÁ UM PROPÓSITO!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
ACESSIBILIDADE
A acessibilidae consiste na facilidae de acesso e de uso de ambientes, produtos e serviços por qualquer pessoas em diferentes contexto.O objetivo da informática educativa é possibilitar o desenvolvimento de ideias educacionais e atuar no desenvolvimento cognitivo do indivíduo.
O decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004
| Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. |
Adaptações Físicas
pulseiras de pesos,capacete com ponteira,estabilizador de punho.
Adaptações de hadwares
holler mouse,switch,taclado adaptado,máscara de teclado.
Softwares Especiais
comunique, software head mouse, dosvox.
PROINFO – MEC
O Ambiente Colaborativo de Aprendizagem, o e-Proinfo trata-se de um ambiente virtual colaborativo em que é possível estudar, pois o sistema permite administrar e desenvolver vários tipos de ações, como cursos à distância, complemento a cursos de presença, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e outras formas de apoio à distância e ao processo de ensino-aprendizagem.
No site, qualquer pessoa pode participar das ações oferecidas por diversas entidades conveniadas.
Através do website, o indivíduo pode ter acesso a conteúdos, informações e atividades organizadas por módulos e assuntos, e também pode interagir com coordenadores, instrutores, orientadores, professores, monitores e com outras pessoas participantes.
O mais interessante é que como os recursos disponíveis são acessados por meio da internet, você não fica limitado a uma sala de aula e pode entrar no sistema a hora que desejar e em qualquer lugar.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
5º SEMINÁRIO - LINUX EDUCACIONAL
Linux Educacional
O Linux é um sistema operacional, ou seja, ele é responsável pela interface homem máquina. Foi desenvolvido inicialmente por um estudante finlandês Linus Trovalds em 1991 baseado no sistema operacional Unix e hoje é mantido por comunidades internacionais de programadores, outros profissionais na área de informática, etc.
Já o Linux Educacional é uma compilação do Linux (distribuição debian) com foco em aplicação a laboratório de informática educacional (LIE) e escolas.
Em sua versão 1.0 traz como interface gráfica o KDE 3.5, além de softwares educacionais vem também com aplicativos de uso geral como a suíte de escritório Br ofice.org 2.0, software para gravação de CD/DVD k3b 3.5.5, o browser Iceweasel 2.0.0.3 entre outros.
TUX
4º SEMINÁRIO - DISPOSITIVOS MÓVEIS
Dispositivo Móvel, designado popularmente como handheld (nome inglês), é um computador de bolso habitualmente equipado com uma pequena tela, e um teclado em miniatura.
Os Dispositivos Móveis mais comuns são: smartphone, pda, celular, console portátil, televisão portátil e outros.
3º SEMINÁRIO JOGOS DIGITAIS
A utilização da informática na educação vem crescendo mais a cada ano que passa, esta utilização tem permitido a criação de várias experiências de aprendizagem entre elas os jogos.
Os jogos fazem parte de nossa vida desde os tempos mais remotos, estando presentes não só na sua infância e, sim em todos os momentos. Os jogos podem ser grandes aliados na educação, pois divertem, motivam, facilitam a aprendizagem e aumentam a retenção do que foi ensinado exercitando as funções mentais e intelectuais do jogador.
O jogo também ajuda a criança a reconhecer as regras, mostrando a elas que os jogos são como a sociedade, onde há regras e leis. O jogo permite que a criança participe de um mundo de faz de conta, enfrentando os desafios e experimentando situações perigosas e proibidas no cotidiano.
Se o jogo ajuda no processo de aprendizagem ele é chamado de jogo educacional, mas ainda há muitas discusões sobre os jogos educacionais, Dempsey; Rasmussem; Luccassen (1996 apud. BOTELHO, 2004, p. 1), definem que os jogos educacionais "se constituem por qualquer atividade de formato instrucional ou de aprendizagem que envolva competição e que seja regulada por regras e restrições."
Podemos dizer que os jogos educativos são as aplicações que possam ser utilizadas com algum objetivo educacional. É importante ressaltar que o jogo educacional precisa ser bem fundamentado e com principios teórico-metodológicos. Por isso é preciso que os professores façam uma análise cuidadosa e criteriosa dos materiais a serem utilizados, tendo em vista o objeto que se quer alcançar.
Para o desenvolvimento de jogos educacionais é preciso pensar um tema a ser proposto, quais os objetivos a serem alcançados e de que forma será organizado este material. Precisa-se também escolher e produzir imagens, além de selecionar mídias a serem utilizadas no projeto. depois de fazer o planejamento, parte-se para o desenvolvimento do jogo. Isto é, professores abriram as portas para ao uso de recursos que extrapolam a visão tradicional e os métodos meramente discursivos no processo ensino-aprendizagem.
Portanto, não devemos esperar que o computador traga uma solução mágica e rápida para a educação, mas certamente, ele poderá ser utilizado pelo professor como um importante instrumento pedagógico, oportunizando que o aluno amplie o seu conhecimento e a sua criatividade, pois afinal criatividade não se ensina, se constrói.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS -2010 UFC
PROJETO APRESENTADO NOS ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS 2010 DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - CAMPUS DO PICI 20,21 E 22 DE OUTUBRO
III Encontro de Experiências Estudantis
Autora: Cleidiane Barbosa da Silva (estudante do curso de pedagogia-UFC)
Co-autoras: Ana Gláucia Vaz Mendes (estudante do curso de pedagogia-UFC)
Maria Aureni de Paiva Silva (estudante do curso de pedagogia-UFC)
Orientadora: Iany Bessa
MEMÓRIA E FORMAÇÃO DE EDUCADORES EM ARTE.
INTRODUÇÃO:
Em 1996 foi aprovada a nova lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB n° 9.394) estabeleceu em seu artigo 26, parágrafo 2°: “O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. É neste contexto, que destacamos a importância da formação inicial e continua do professor de arte-educação do Ensino Público Municipal, em uma perspectiva que aponta para a qualificação de professores crítico-reflexivo que a própria arte, em suas várias linguagens, figura como eixo articulador de aprendizagem, que vem sendo trabalhada na metodologia triangular proposta por Ana Mae e por arte-educadores.
OBJETIVOS:
O trabalho tem como objetivo principal mostrar a importância da Arte na formação do professor. Bem como, enfatizar o modo de articulação de saberes na prática docente e como aprenderam a trabalhar se constituindo professor de arte.
METODOLOGIA:
A pesquisa realizou-se a partir de estudos teóricos feitos na disciplina de Arte e Educação. Recorremos à pesquisa bibliográfica de acordo com a temática em questão, respaldados no estudo do Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação n° 9.394, do estudos em BARBOSA, FERRAZ, FUSARI, bem como visita à escola com aplicação de questionário aos professores de Arte sob orientação da professora orientadora.
RESULTADOS:
Nos dados alcançados na pesquisa verifica-se a carência de projetos que auxiliem a formação teórica e prática de professores de arte. De acordo com os resultados do questionário aplicado, os professores que ministram a disciplina Arte-educação não têm formação especifica em Arte, ocasionando dificuldade de articulação de saberes no ambiente de estudo.
CONSIDERAÇÕES:
É preciso envidar esforços para que a Arte seja concebida no ambiente escolar como área efetiva de conhecimento, assim como de aprendizagem e desenvolvimento do educando, com vistas à estimulação de sua percepção/análise e criação/produção, construída pela autonomia, cooperação e senso crítico, princípios que podem ser aprimorados no contexto escolar, a partir da adoção da arte-educação, numa perspectiva interdisciplinar e com professores capacitados.
REFERÊNCIAS:
BARBOSA, Ana Mae. Teoria e prática da Educação Artística. São Paulo: Cultrix,1995.
MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais de Artes (Séries Iniciais do Ensino Fundamental). Brasília, 1998.
FERRAZ, Maria Heloísa C. de T; FUSARI, Maria Felismina de Resende. A arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1999.2.ed
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
2º SEMINÁRIO DE INFORMÁTICA - EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.
É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
Na expressão "ensino a distância" a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.
Hoje temos a educação presencial, semi-presencial (parte presencial/parte virtual ou a distância) e educação a distância (ou virtual). A presencial é a dos cursos regulares, em qualquer nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamado sala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na sala de aula e outra parte a distância, através de tecnologias. A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos através de tecnologias de comunicação.
Outro conceito importante é o de educação contínua ou continuada, que se dá no processo de formação constante, de aprender sempre, de aprender em serviço, juntando teoria e prática, refletindo sobre a própria experiência, ampliando-a com novas informações e relações.
A educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis que o ensino regular. No ensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. É mais adequado para a educação de adultos, principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagem individual e de pesquisa, como acontece no ensino de pós-graduação e também no de graduação.
Há modelos exclusivos de instituições de educação a distância, que só oferecem programas nessa modalidade, como a Open University da Inglaterra ou a Universidade Nacional a Distância da Espanha. A maior parte das instituições que oferecem cursos a distância também o fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual predominante no Brasil.
As tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os que estão envolvidos nesse processo.
Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes a distância.
O conceito de curso, de aula também muda. Hoje, ainda entendemos por aula um espaço e um tempo determinados. Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serão flexíveis. O professor continuará "dando aula", e enriquecerá esse processo com as possibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e responder mensagens dos alunos, criar listas de discussão e alimentar continuamente os debates e pesquisas com textos, páginas da Internet, até mesmo fora do horário específico da aula. Há uma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos e espaços diferentes. Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo "aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor, um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento.
As crianças, pela especificidade de suas necessidades de desenvolvimento e socialização, não podem prescindir do contato físico, da interação. Mas nos cursos médios e superiores, o virtual, provavelmente, superará o presencial. Haverá, então, uma grande reorganização das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente, salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa e o escritório serão, também, lugares importantes de aprendizagem.
Poderemos também oferecer cursos predominantemente presenciais e outros predominantemente virtuais. Isso dependerá da área de conhecimento, das necessidades concretas do currículo ou para aproveitar melhor especialistas de outras instituições, que seria difícil contratar.
Estamos numa fase de transição na educação a distância. Muitas organizações estão se limitando a transpor para o virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais na educação a distância. Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativas e mesmo os meios de comunicação tradicionais buscam novas formas de interação. Da comunicação off-line estamos evoluindo para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).
Educação a distância não é um "fast-food" em que o aluno se serve de algo pronto. É uma prática que permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as do grupo - de forma presencial e virtual. Nessa perspectiva, é possível avançar rapidamente, trocar experiências, esclarecer dúvidas e inferir resultados. De agora em diante, as práticas educativas, cada vez mais, vão combinar cursos presenciais com virtuais, uma parte dos cursos presenciais será feita virtualmente, uma parte dos cursos a distância será feita de forma presencial ou virtual-presencial, ou seja, vendo-nos e ouvindo-nos, intercalando períodos de pesquisa individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns cursos poderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor, e em outros será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.
A Internet está caminhando para ser audiovisual, para transmissão em tempo real de som e imagem (tecnologias streaming, que permitem ver o professor numa tela, acompanhar o resumo do que fala e fazer perguntas ou comentários). Cada vez será mais fácil fazer integrações mais profundas entre TV e WEB (a parte da Internet que nos permite navegar, fazer pesquisas...). Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa a poder acessar simultaneamente às informações que achar interessantes sobre o programa, acessando o site da programadora na Internet ou outros bancos de dados.
As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banda de transmissão, como acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem, principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação serão diretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas.
Teremos aulas a distância com possibilidade de interação on-line (ao vivo) e aulas presenciais com interação a distância.
Algumas organizações e cursos oferecerão tecnologias avançadas dentro de uma visão conservadora (só visando o lucro, multiplicando o número de alunos com poucos professores). Outras oferecerão cursos de qualidade, integrando tecnologias e propostas pedagógicas inovadoras, com foco na aprendizagem e com um mix de uso de tecnologias: ora com momentos presenciais; ora de ensino on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes); adaptação ao ritmo pessoal; interação grupal; diferentes formas de avaliação, que poderá também ser mais personalizada e a partir de níveis diferenciados de visão pedagógica.
O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil. Iremos mudando aos poucos, em todos os níveis e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão preparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a sua utilização inovadora.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
1º SEMINÁRIO DE INFORMÁTICA EDUCACIONAL
SOFTWARE LIVRE
Software livre, segundo a definição criada pela free software fundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela free software fundation:
- A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade n.º 0);
- A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade n.º 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
- A liberdade de redistribuir, inclusive vender, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade n.º 2);
- A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade n.º 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional , para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir o programa compilado, isto é em formato binário, necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.
Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuir) é necessário ter acesso ao código fonte.Por isso a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do programa. Cada licença determina como será feito o fornecimento do código fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licençaGLP, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia)
.Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
CENTRO DE REFERÊNCIA AO PROFESSOR ( CRP)
HONRA AO MÉRITO
SEREIA DE OURO
GALERIA ANTÔNI O BANDEIRA
HISTORICO DO CRP
Antigo Mercado da Farinha (1809) com características ART-Déco, posteriormente Mercado Central (1932) como serviço de abastecimento da cidade de Fortaleza. Reformado e redimensionado em 2000, abriga a BV/CRP, preservando sua estrutura coberta com tesouras metálicas feitas por trilhos de bonde.
O projeto arquitetônico de José Capelo Filho (Pepe) da antiga FUNCET, idealizou inicialmente uma grande praça coberta com 3500 m² de área, se constituindo um espaço de difusão da cultura onde se instalou a Galeria de Arte Antonio Bandeira, Memorial Sinha D'amora, um palco, uma praça coberta e jardins. Posteriormente, se agregou a idéia de ampliar a estrutura pedagógica, com a criação de novas estruturas no andar superior, contemplando um projeto de Informática Educativa com recursos da SER II e CNPq. Com consultoria da Faculdade de Educação –FACED da Universidade Federal do Ceará-UFC, o projeto e acompanhamento técnico da rede lógica da utilização de computadores com fins pedagógicos teve a autoria do professor Dr. Hermínio Borges Neto (FACED/UFC).
No térreo, instalou-se o Centro de Informação ao Cidadão – CIC, que juntamente com dois outros ambientes do andar superior, Núcleo de Tecnologia Educacional – NTE e Ambiente Virtual de Ensino – AVE, passaram a compor a estrutura denominada Biblioteca Virtual Moreira Campos, com 143 computadores ligados a internet, democratizando o acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs.
Apesar de todo o aparato cultural e tecnológico a que se propõe, o projeto da BV/CRP ainda não alcançou de fato o que significa uma Biblioteca Virtual em seu sentido pleno, estando em processo contínuo de construção pedagógica, para que de fato esta estrutura corresponda à denominação recebida.
ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS
Partindo do princípio que todas as pessoas têm direito a educação de qualidade, a democratização de acesso às Tecnologias de Informação e Comunicação, complementará de fato o processo de formação de uma cidadania. As conquistas tecnológicas devem estar portanto, inseridas no sistema educacional com uma proposta pedagógica que efetivamente mude a prática dos professores, favorecendo uma melhor qualificação de todos (professores, alunos e cidadão comum), para o enfrentamento de um mercado de trabalho extremamente moderno e competitivo.
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